Tomb Raider: cronologia dos jogos e melhores títulos para jogar hoje
A franquia Tomb Raider é uma das mais icônicas dos games, com décadas de história, reboots, reimaginizações e versões diferentes da protagonista Lara Croft. Para quem quer começar hoje, surge sempre a mesma dúvida: por onde iniciar, em que ordem jogar e quais são os melhores jogos de Tomb Raider?
Neste guia, você vai ver a cronologia dos jogos de Tomb Raider dividida por eras, entender quais títulos ainda valem a pena em 2024/2025 e receber recomendações práticas de ordem de jogo, de acordo com o seu perfil de jogador.
Visão geral: cronologia básica de Tomb Raider
Antes de mergulhar nos detalhes de cada jogo, é importante entender que a franquia Tomb Raider é dividida em três grandes linhas principais:
- Era Clássica (1996–2003): jogos com câmera fixa ou semi-fixa, foco em exploração de tumbas, puzzles e plataformas mais “duras”.
- Era Intermediária / Legend Timeline (2006–2008): tentativa de modernizar Lara, com controles mais fluidos e história mais conectada.
- Reboot moderno (2013–2018) – Survivor Timeline: trilogia que reconta a origem de Lara de forma mais cinematográfica e sombria.
Além disso, existem spin-offs e jogos menores, como a série Lara Croft and the Guardian of Light, que têm jogabilidade diferente, mas ainda usam o universo da franquia.
Tabela rápida: principais jogos de Tomb Raider por era
| Jogo | Ano | Era / Linha | Estilo principal | Indicado para |
|---|---|---|---|---|
| Tomb Raider (1996) | 1996 | Clássica | Plataforma, puzzles, combate simples | Curiosos pela origem da franquia |
| Tomb Raider II | 1997 | Clássica | Exploração, mais ação | Quem gostou do primeiro e quer algo maior |
| Tomb Raider: The Last Revelation | 1999 | Clássica | Tumbas complexas, puzzles difíceis | Fãs de puzzles e level design denso |
| Tomb Raider: Legend | 2006 | Legend Timeline | Ação-aventura, narrativa forte | Quem quer algo mais moderno sem ser reboot |
| Tomb Raider: Anniversary | 2007 | Legend Timeline | Remake do 1 com controles modernos | Melhor porta de entrada ao clássico |
| Tomb Raider: Underworld | 2008 | Legend Timeline | Exploração, cenários grandes | Quem curtiu Legend/Anniversary |
| Tomb Raider (2013) | 2013 | Reboot / Survivor | Ação cinematográfica, stealth, crafting | Melhor ponto de início hoje |
| Rise of the Tomb Raider | 2015 | Reboot / Survivor | Exploração + hubs semiabertos | Quem quer equilíbrio entre ação e tumbas |
| Shadow of the Tomb Raider | 2018 | Reboot / Survivor | Stealth, tumbas mais elaboradas | Quem quer conclusão da trilogia |
Com isso em mente, vamos detalhar a cronologia e, principalmente, quais jogos de Tomb Raider valem o seu tempo hoje.
Cronologia clássica de Tomb Raider (1996–2003)
A era clássica de Tomb Raider é marcada por gráficos em 3D poligonais, câmera mais rígida e um foco muito forte em plataformas e puzzles de ambiente. É aqui que Lara Croft se tornou ícone dos games.
Ordem de lançamento da era clássica
- Tomb Raider (1996)
- Tomb Raider II (1997)
- Tomb Raider III: Adventures of Lara Croft (1998)
- Tomb Raider: The Last Revelation (1999)
- Tomb Raider Chronicles (2000)
- Tomb Raider: The Angel of Darkness (2003)
O que você precisa saber sobre cada jogo clássico
Tomb Raider (1996)
Primeiro jogo da franquia. Apresenta Lara Croft em uma aventura por tumbas e ruínas ao redor do mundo, com destaque para cenários como Peru, Grécia e Egito.
Por que jogar hoje? É importante historicamente, mas o controle é duro e a câmera pode afastar novos jogadores. Jogar o original é mais para curiosos e fãs hardcore da franquia.
Tomb Raider II (1997)
Expande a fórmula com fases mais variadas, mais combate e áreas urbanas, como Veneza. A estrutura ainda é linear, mas com design de fases mais ambicioso.
Vale a pena? Sim, se você gostou do primeiro e se acostumou com o controle tanque. Tem fases memoráveis, mas também picos de dificuldade e momentos pouco intuitivos.
Tomb Raider III (1998)
Mais aberto, permite escolher a ordem de algumas regiões (Índia, Antártida, etc.). Aumenta ainda mais a dificuldade e exige bastante precisão em saltos.
Para quem é? Para quem já está confortável com a linguagem dos clássicos e quer um desafio pesado. Não é o melhor ponto de partida.
Tomb Raider: The Last Revelation (1999)
Considerado por muitos fãs como o auge dos clássicos em termos de design de tumbas. A maior parte do jogo se passa no Egito, com puzzles interconectados e áreas que se sobrepõem.
Destaque: sensação forte de exploração em um mesmo grande “mundo” egípcio, com volta a áreas anteriores conforme você avança.
Para quem recomenda? Fãs de puzzles e quem já jogou ao menos um clássico e gostou da proposta.
Tomb Raider Chronicles (2000)
É uma coletânea de aventuras contadas em flashback, após os eventos de The Last Revelation. Cada arco tem um tom diferente, com fases em Roma, um submarino, entre outras.
Importância: Menos essencial. É mais um “extra” para fãs do que um jogo obrigatório.
Tomb Raider: The Angel of Darkness (2003)
Tenta modernizar a franquia, com sistema de conversas, elementos de stealth e uma pegada mais sombria. Sofreu com problemas de desenvolvimento e lançamento apressado.
Resultado: Controles problemáticos, bugs e um ritmo irregular. É interessante como curiosidade histórica, mas não é um ponto recomendado
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